Este Instituto existe de
fato desde março de 2007.
Porém, seu projeto começou
a ser idealizado e montado em 1999.
A
universidade pública pode fazer mais, muito mais, pela sociedade e
pela coletividade que a sustenta e financia. Está na hora da
Universidade compartilhar e democratizar o conhecimento que possui e
produz, assim como aquele que distribui com exclusividade, só e
somente só, para seus próprios alunos. Está na hora da universidade
compartilhar esse conhecimento com quem pagou para produzi-lo: a
coletividade.
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Projeto OCW-USP foi sabotado:
O Projeto OCW-USP foi
sabotado por alguns Professores, Diretores, Pró-reitores e
pela Reitora da USP. Era um projeto inteligente e importante
para a coletividade e para a maioria da população. Mas era
um projeto que tinha um problema: foi elaborado por alunos.
Logo, as autoridades da USP não poderiam perder essa
oportunidade. Agiram rápido para sabotar, paralisar e
enterrar o projeto dos alunos. Assim, eles podem,
futuramente, pegar o projeto e realizá-lo em seus próprios
nomes. Fingindo que a idéia foi deles...
Professores,
Diretores, Pró-reitores, Procuradores e a Reitora... Pessoas
que nunca fizeram nada pela coletividade. Basta olhar para
seus currículos para se ver parasitas sugando a coisa
pública. Nunca fizeram nada inteligente ou criativo em suas
vidas, pois são medíocres. Não fazem nada que sirva à
coletividade, à maioria da população, pois são da classe
dominante.
Portanto, por serem medíocres e parasitas, por não possuírem
nenhuma criatividade, eles precisam roubar os projetos
inteligentes elaborados por alunos e que visam beneficiar a
coletividade. É dessa forma que eles fazem seus nomes e
sobem na vida: roubando idéias e projetos dos outros...
Em 2002 agiram da mesma forma
na USP. Fiz o projeto e protocolamos pedindo apoio da USP.
Não responderam. E, tempos depois, os cursos que tínhamos
proposto no Projeto apareceram em uma Universidade
Particular. Gente graúda da USP, autoridades importantes,
atuam desta forma dentro da instituição. Sabotam e roubam os
projetos dos mais fracos e depois tentam emplacá-lo em seus
próprios nomes.
Agora fizeram a mesma coisa com o Projeto que nós criamos e
chamamos de Projeto OCW-USP. Eu quero ver qual deles vai
mostrar a cara para emplacar o projeto. Quando um deles
botar a cabeça de fora, nós pegamos a corja toda. Farei
questão de denunciá-los à coletividade e apontá-los como
ladrões, pseudo-intelectuais, medíocres e parasitas da coisa
pública.
Quero reduzir suas
reputações a zero, a pó, retirando suas máscaras.
Publicamente dizem que são gente de bem, aparentam ser gente
de bem, mas por baixo dos panos são podres, são escórias,
lixo da intelectualidade, agem contra o interesse público e
em benefício próprio. Lembram da Carta do Pinotti ? Esta
carta não é exceção. É a regra dentro da USP. É dessa forma
que eles agem. Como ratos roubam, na calada da noite e
sorrateiramente, a coisa pública.
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Projeto OCW do Instituto OCW
Br@sil |
Primeira
fase:
reunião de materiais escritos, disponíveis na internet ou não,
utilizados nos cursos de Universidades Públicas;
Segunda
fase:
captar novos materiais (textos e áudio) diretamente em sala e publicação
de mp3 das aulas;
Terceira
fase:
ampliação da segunda fase e captação de vídeo das aulas ministradas;
Quarta
fase:
transmissão em tempo real, para internet, de todas as aulas ministradas
em Universidades Públicas.
Atenção: Os
projetos do Instituto OCW Br@sil são Open e Free.
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O
Projeto OCW multiplica exponencialmente o retorno social das
Universidades Públicas que passam a distribuir gratuitamente, para
toda a sociedade brasileira, a sua matéria-prima mais valiosa: o
conhecimento e os saberes que transmite aos seus alunos.
Contudo, a
implementação deste Projeto tem sofrido uma série de sabotagens e
ataques de funcionários e professores dessas universidades que não
querem que a abertura e a distribuição gratuita de conhecimentos e
informações relevantes para a coletividade, pois isso
atrapalha os negócios particulares que eles mantém dentro das
instituições públicas. É o mesmo pessoal que impede a adoção da
política de cotas e a ampliação do número de estudantes de Escolas
Públicas nas instituições mantidas com recursos coletivos. |
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Esta é a história
de um fazendeiro bem sucedido. Ano após ano, ele ganhava o
troféu "Milho Gigante" da feira da agricultura do município.
Entrava com seu milho na feira e saía com a faixa azul
recobrindo seu peito. E o seu milho era cada vez melhor.
Numa dessas
ocasiões, um repórter ao abordá-lo, ficou intrigado com a
informação dada pelo entrevistado sobre como costumava cultivar
seu qualificado e valioso produto. O repórter descobriu que o
fazendeiro compartilhava a semente do seu milho gigante com os
vizinhos.
"Como pode o
Senhor dispor-se a compartilhar sua melhor semente com seus
vizinhos quando eles estão competindo com o seu em cada ano?" -
indagou o repórter.
O fazendeiro
pensou por um instante, e respondeu: "Você não sabe? O vento
apanha o pólen do milho maduro e o leva através do vento de
campo para campo. Se meus vizinhos cultivam milho inferior, a
polinização degradará continuamente a qualidade do meu milho. Se
eu quiser cultivar milho bom, eu tenho que ajudar meu vizinhos a
cultivar milho bom".
Ele era atento às
conectividades da vida.
O milho dele não
poderia melhorar se o milho do vizinho também não tivesse a
qualidade melhorada. Assim é também em outras dimensões da nossa
vida. Aqueles que escolhem estar em paz devem fazer com que seus
vizinhos estejam em paz. Aqueles que querem viver bem têm que
ajudar os outros para que vivam bem. E aqueles que querem ser
felizes têm que ajudar os outros a encontrar a felicidade, pois
o bem-estar de cada um está ligado ao bem-estar de todos.
(Autor:
anônimo) |
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O acesso gratuito e aberto ao conhecimento e aos saberes
gera desenvolvimento, produz inovações e reduz as
desigualdades. Isso porque o conhecimento é uma ferramenta
para solução de problemas e transformação social.
Se todas as pessoas tiverem essa ferramenta, os problemas
serão atacados de todas as formas, possíveis e impossíveis,
e em todos os seus ângulos, conhecidos ou desconhecidos.
Soluções que alguns não vêem, outros verão. Perspectivas que
alguns não têm, outros terão. E o problema será visto de
baixo, de cima, de lado, de dentro, de fora e até da quarta
dimensão.
Com isso, novos caminhos serão abertos e novas estratégias
encontradas. Quanto mais pessoas tiverem acesso ao
conhecimento, mais rápido caminharemos para o
desenvolvimento e mais soluções eficientes e inovadoras
encontraremos.
Por isso, as três ações fundamentais que marcarão o
século XXI serão: compartilhar, democratizar e socializar. O
sucesso das redes P2P, do You Tube, da Wikipedia, etc
derivam dessas ações.
Hoje, no Brasil, poucas pessoas têm acesso ao conhecimento.
Poucas pessoas têm poucas visões, encontram poucas soluções,
geram pouco desenvolvimento e produzem poucas inovações.
Portanto, o monopólio e a retenção do conhecimento e dos
saberes, dentro das Universidades Públicas, são fatores
inibidores do crescimento econômico e do desenvolvimento
social.
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A principal
estratégia dos grupos dominantes é manter a maioria da população na
pobreza e na ignorância. As privações (econômica, intelectual, etc)
constituem a principal ferramenta de dominação e controle. É fácil
controlar e dominar uma pessoa dependente. Por isso, a nossa meta é
democratizar o conhecimento e as oportunidades, atacando, assim, o
principal mecanismo de poder dos grupos dominantes.
Contudo, para
tentar impedir o avanço de políticas e projetos que beneficiam a
coletividade e a maioria da população, os grupos dominantes
lançam mão de vários truques, incluindo a publicação de mentiras
e de informações falsas. Por isso, desconfie de notícias e dados
que contrariem a lógica das coisas e o bom senso. Desconfie de
notícias e dados que contradizem a realidade. E preste atenção,
muita atenção, em quem está falando, por que está falando e o
que ele ganha com tal fala.
Esse projeto será implementado
doa a quem doer, aprovem ou desaprovem, nem que para isso tenhamos
que passar por cima de muita gente e montar uma estrutura
clandestina para captação e divulgação do conhecimento e das
informações. A má vontade, a inércia e o autoritarismo da
Administração Pública, assim como os administradores públicos ou
governantes que trabalham contra a coletividade e contra os
interesses coletivos, não irão nos parar ou vencer. Isso não é
brincadeira e eu não criei uma organização para brincar.
(O
endereço:
www.ocwbrasil.org.br
entrará em funcionamento assim que o site for concluído)
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Democratizar o conhecimento e socializar os saberes como ferramenta para
transformação social e econômica. Democratizar e socializar para reduzir
as desigualdades regionais. Democratizar e socializar para dar
oportunidades. Democratizar e socializar para dar esperanças e certezas
de um futuro melhor. O poder transformador do conhecimento, monopolizado
e retido nas melhores Universidades Públicas, tem que ser disseminado,
gratuitamente, para toda a sociedade.
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Navegar na internet é um hábito muito mais difundido entre
os brasileiros do que se imaginava, segundo pesquisa Datafolha,
encomendada pela agência de propaganda F/Nazca Saatchi & Saatchi.
O levantamento indica que 49 milhões de pessoas, 39% da
população com 16 anos ou mais, costumam acessar a rede.
39% da população acima de 16 anos acessam a web e 42%
publicam conteúdo próprio;
internet deixou de ser coisa de rico e democratizou a
informação,
avalia agência de publicidade que encomendou pesquisa.
O diretor de planejamento da F/Nazca, Fernand Alphen, afirma
que os dados indicam que a internet não é mais “coisa de rico”: “Ela
tem alta penetração nas classes C, D e E”. Por isso, Alphen
considera que a rede contribui muito para a democratização do acesso
à informação. “Quanto mais periférica é a população, mais a internet
aparece como uma solução de inserção social, de acesso ao
entretenimento e à informação, porque é um meio muito barato”,
diz.
(Jornal
Destake – 31/07/07) |
A
democratização do conhecimento e a socialização dos saberes são
essenciais para o desenvolvimento intelectual do indivíduo e evolução
crítica da sociedade na atualidade globalizada. A exclusão econômica
ocasiona a exclusão intelectual numa sociedade onde o conhecimento é
mais uma mercadoria.
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A proporção de pessoas que acessaram
a Internet na população dos estudantes foi de 35,9%. Somente no
Distrito Federal 57,5% e em São Paulo 51,2%, ou seja, mais da metade
dos estudantes acessavam a Internet. 76,2% das pessoas com 15 anos
ou mais de estudo acessavam a Internet.
Na população dos estudantes usuários da
Internet, a proporção dos que a utilizaram para educação e
aprendizado foi destacadamente a mais elevada (90,2%), vindo depois,
mais distanciadas, as dos que a acessaram para comunicação com
outras pessoas (69,7%) e atividades de lazer (65,5%). A proporção
dos estudantes que a acessaram para a leitura de jornais e revistas
alcançou 40,7% e as referentes às demais finalidades ficaram abaixo
de 20%..
O percentual de pessoas que utilizaram a
Internet no grupamento formado pelos profissionais das ciências e
das artes alcançou 72,8%, situando-se no patamar mais alto. Em
seguida, vieram os dos grupamentos dos trabalhadores dos serviços
administrativos (59,3%) e dos dirigentes em geral (58,0%) e, depois,
os dos membros das forças armadas e auxiliares (52,9%) e dos
técnicos de nível médio (51,9%).
No contingente dos usuários da Internet que
não eram estudantes, o maior percentual foi o das pessoas que
acessaram a esta rede para comunicação com outras pessoas (67,8%),
vindo, em seguida, os indivíduos que a utilizaram para educação e
aprendizado (57,5%), leitura de jornais e revistas (51,7%) e
atividades de lazer 45,7%.
Esse indicador atingiu 47,3% no grupamento
da administração pública, 47,5% no da educação, saúde e serviços
sociais e 57,9% no das outras atividades (intermediação financeira,
seguros, previdência privada, atividades de informática, pesquisa e
desenvolvimento etc.).
O contingente formado pelos militares e
funcionários públicos estatutários, foi o que apresentou o mais
elevado percentual de pessoas que acessaram à Internet (47,7%),
vindo em seguida a dos empregadores (40,6%) e, depois, o do
contingente das pessoas com carteira de trabalho assinada (32,6%).
(IBGE–PNAD - 2005). |
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Produção Social via
Internet - Seminário no IEA
Está ocorrendo um interessantíssimo seminário sobre "A
Riqueza das Redes" no IEA. Alguns professores da USP estão
estudando e debatendo os temas abordados por Yochai Benkler,
da Escola de Direito da Universidade Yale, EUA, no livro
"The Wealth of Networks — How Social Production Transforms
Markets and Freedom" [A Riqueza das Redes — Como a Produção
Social Transforma Mercados e a Liberdade]. Mas o mais
interessante é que estão democratizando o conhecimento e
socializando os saberes que permeiam este evento.
Informações sobre o seminário
Materiais do seminário
IEA - Instituto de
Estudos Avançados da USP
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Artigos e textos
sobre o tema |
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Todos
os elementos necessários para concretizar essas idéias já existem.
Não há necessidade de inventar nada novo.
O que precisamos é apenas unir tecnologias
para gerar soluções inteligentes e inovadoras.
Unir tecnologias que já existem. Essa é a
grande missão do Instituto OCW Br@sil:
Democratizar o conhecimento, socializar os saberes e unir
tecnologias que gerem soluções inteligentes e inovadoras.
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