As Forças Armadas podem fazer mais

►►A idéia de que o Exército, a Marinha e a Aeronáutica existem exclusivamente para a guerra não se aplica mais na era globalizada, pois, atualmente, os conflitos armados são cada vez mais raros e difíceis de acontecer, principalmente, por causa dos acordos e tratados multilaterais, assim como da mediação de organizações supra-nacionais, como a ONU  e a OEA, por exemplo.

Portanto, o problema que surge é o seguinte: se a guerra é impossível e a defesa do país, contra ataque estrangeiro, não exige tanto, o que faremos com as forças militares ?

A resposta é simples, devemos utilizar os contingentes militares no desenvolvimento social do país, assim como na proteção de nossas riquezas, pois temos que proteger o Brasil não só dos estrangeiros, mas acima de tudo dos brasileiros corruptos e ambiciosos que estão destruindo a nossa pátria e roubando as nossas riquezas. Esse tipo de brasileiro é muito mais perigoso do que uma legião de estrangeiros.

Assim, ao invés de fazer licitações fraudulentas e perder dinheiro com a corrupção da iniciativa privada, é melhor aumentar os contingentes militares e transferir os recursos para o Exército fazer a obra. Não só um pequeno trecho, mas a obra completa, todas as estradas. Vai sair um serviço bem feito e os militares irão aplicar os recursos conforme o combinado. Sem contar que o Exército é uma grande oportunidade para milhares de jovens que estão começando a vida agora.

Mas não só estradas, o Exército pode construir creches, escolas, postos de saúde, hospitais, etc. Além disso, as forças militares possuem médicos e professores que podem auxiliar nos hospitais públicos sobrecarregados e nas escolas em dificuldades.

É melhor transferir recursos para os militares fazerem esses serviços do que alimentar a corrupção da iniciativa privada e a roubalheira dos políticos de plantão.

►►Penso também que a fiscalização e proteção das reservas ambientais e minerais,  dos parques nacionais, assim como das reservas indígenas, devem ser entregues ao Exército, a Marinha e a Aeronáutica, pois as forças militares possuem os meios, os recursos e os conhecimentos necessários para assegurar, verdadeiramente, a proteção e a manutenção dessas áreas.

Lembro que o Ibama é completamente corrupto e incompetente no exercício dessas atividades e está permitindo, sob o argumento de que não tem pessoal ou recursos, a completa destruição da biodiversidade brasileira.

Com o Exército protegendo e monitorando as áreas protegidas nenhum madeireiro vai ousar invadir o local para extrair madeira ilegalmente, assim como nenhum traficante vai querer plantar maconha em reserva natural.

►►Além disso, as terras da União, sob controle do INCRA, principalmente na região norte do Brasil, estão sendo completamente assimiladas pela grilagem de terras. Assim como o Ibama, o Incra é outro poço de corrupção e ilegalidade. Sem contar a falta de fiscalização das terras e o respectivo controle das demarcações. É preciso que os militares assumam essa tarefa também, pois assim nenhum grileiro vai querer enfrentar o Exército, a Marinha e a Aeronáutica para tomar as propriedades do Estado.

Lembro que as propriedades do Estado são propriedades do povo, de todas as pessoas e não só de uma ou de outra. As árvores que roubam da Amazônia são minhas, são tuas, são nossas. As terras que "grilam" também são minhas, são tuas, são nossas. Não podemos permitir que uns poucos "vagabundos" destruam todas essas riquezas. É preciso proteger e monitorar constantemente estas áreas e quem pode fazer isso é o Exército, a Marinha e a Aeronáutica. Forças que podem fazer mais, muito mais, pelo Brasil.

►►Certamente, isso não implica na mudança de função das forças militares, mas sim numa ampliação do seu campo de atuação. Os militares sabem conciliar a preparação para a guerra com o trabalho social. Não apenas defendem o país contra a ameaça estrangeira, mas podem ajudar o povo a se desenvolver e a criar uma grande nação brasileira.

Centros de pesquisa no meio da Amazônia

Não adianta apenas proteger e fiscalizar as reservas ambientais e a Amazônia brasileira. É necessário estudar essa biodiversidade e para isso temos que levar os pesquisadores para o meio do mato. Portanto, o governo tem que investir pesado na construção de centros de pesquisas dentro dessas reservas. Inclusive as forças militares podem fazer essas construções, de acordo com as instruções passadas pelas Universidades Públicas.

Além disso, é necessário que seja criada uma linha de pesquisa para a biodiversidade brasileira e que as Universidades tenham, nas reservas ambientais, linhas específicas pesquisa.

Existindo centro de pesquisa montados e equipados no meio da floresta, certamente, milhares de pesquisadores irão se dedicar a desvendar os segredos da natureza nessas regiões. O que é inconcebível é tentar mandar pesquisador para o meio do mato sem nenhum suporte técnico de pesquisa e a milhares de quilômetros da Universidade de origem, tendo que enfrentar não só os perigos da floresta, mas também os jagunços dos grileiros, dos madeireiros e dos garimpeiros.

Além disso, a presença de pesquisadores dentro das reservas, e protegidos pelo Exército, pela Marinha e pela Aeronáutica, inibirá completamente quaisquer ações dos madeireiros, dos grileiros de terras e dos garimpeiros para explorar ilegalmente a área.-

 

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